Pets no desenvolvimento

Estudos desmistificam afirmações de que ter animais em casa pode ser prejudicial às crianças.

Por meio de estudos, a Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN) pôde mensurar a importância do pet no desenvolvimento imunológico, emocional, e social das crianças. Tais investigações sobre o assunto desmistificam afirmações de que ter animais em casa pode ser prejudicial aos pequenos. Sobretudo se esses já tiverem algum tipo de alergia. Ao contrário disso, a convivência com os pets não só atua de forma positiva no combate a este trauma, como também auxilia nas questões de convívio e comunicação. O contato com os pets, desde os primeiros meses de vida, ajuda no desenvolvimento do sistema imunológico das crianças. Essa interação propicia uma série de experiências imunológicas aos pequenos, preparando a criança para que ela desenvolva capacidades de defesa contra agentes variados. Para isso, é essencial que o animal esteja bem cuidado e que mantenha um adequado nível de higiene. “Tendo essa possibilidade, certamente as crianças serão beneficiadas com a presença do animal, tornando-se pessoas com o sistema imunológico mais bem desenvolvido, diferentes de crianças que são criadas numa redoma de vidro”, diz a Dra. Ceres Faraco, veterinária parceira da Comac.

Outro impacto positivo é em relação ao desenvolvimento emocional e social, pois, até os cinco anos de idade, a criança possui uma comunicação não verbal, o que é desenvolvido com sucesso no contato com os animais, que também se comunicam dessa maneira. Vale destacar que o desenvolvimento emocional se dá de várias formas, uma delas ajuda a desenvolver uma rede de afeto por parte da criança. “Fica evidente a forma quase nata que as crianças e os animais se relacionam, há uma comunicação recíproca”, afirma Ceres.

Também é importante que os pais não repreendam o animal de maneira violenta, a melhor forma é sempre ignorar qualquer reação negativa do pet, já que todo comportamento ignorado tende a ser extinto pelo bicho. Esse tipo de tratamento influencia as ações da criança. Alguns estudos mostram que a maioria das famílias que têm a tradição de cuidar de animais passarão essa prática adiante.

Muitos pais se questionam sobre o perigo de ter um pet em casa, devido a alguns comportamentos como morder, arranhar ou dar patadas. Os acidentes ocorrem devido à falta de supervisão adulta, como nos casos em que o animal é muito maior que a criança, o que pode ocasionar tombos ao brincar. Os especialistas alertam para a melhor forma de prevenir isso “é saber que a criança nunca pode ficar sozinha com o animal, devendo sempre haver uma supervisão adulta, cuidando e impondo limites às ações da criança, mostrando que o pet vai reagir de maneira negativa a agressões”.

Em parceria com veterinários e especialistas do segmento pet, a Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN) atua na conscientização dos benefícios da relação entre o homem e os animais de estimação.

Fonte: Comac em parceira com veterinários e especialistas do segmento pet, a Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN) atua na conscientização dos benefícios da relação entre o homem e os animais de estimação.

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